Sunday, August 29, 2010
Saturday, August 28, 2010
Friday, August 27, 2010
Duo Abanã - “Canto Lírico de orixás”

O Duo Abanã é formado pelo Violonista Giovanni Di ganzá e pela Cantora Lírica Vanessa Teixeira, músicos de formação erudita que pesquisam autores e composições da nossa de música raiz popular e também da nossa musica afro-brasileira. "Canto lírico de Orixás" é o trabalho em que o Duo Abanã investiga a musicalidade sacra afro-brasileira, baseando-se principalmente nos pesquisadores Mário de Andrade e Oneyda Alvarenga que foram os primeiros etno-musicólogos do Brasil.
Confiram também a página da banda: www.myspace.com/duoabana
E para baixar as músicas clique AQUI
Axé!
Wednesday, August 25, 2010
Lançamento Sacolinha na próxima Récita, 29/08!

Após os sucessos de "Graduado em Marginalidade" e "85 Letras e um disparo", o premiado escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, está de volta com duas grandes obras, "Estação Terminal" e "Peripécias de Minha Infância".
Nestes últimos anos, o jovem escritor foi entrevistado por Jô Soares, Antônio Abujamra, programas Manos e Minas, Metrópolis, Folha de São Paulo, Revista Época, entre outros. Contou também, em seus livros anteriores, com prefácios de Ignácio de Loyola Brandão e Moacyr Scliar. Agora, Sacolinha retoma dois projetos ao mesmo tempo: lançar o segundo romance e o primeiro livro infanto-juvenil.
O romance Estação Terminal narra os 18 anos mais agitados do bairro de Itaquera, periferia da Zona Leste de São Paulo, quando ali chegou o terminal do Metrô, um benefício moderno para o transporte de massas. No entanto, longe de atingir os confins da cidade, a população contava com outros meios de transporte como ônibus, peruas e vans. Iniciativas particulares que passaram a gerar tensões, disputas, conflitos e contradições.
Já "Peripécias de Minha Infância" é uma mágica história das vivências e experiências do personagem Artur, de família pobre, criativo e viciado em felicidade. Este livro é o primeiro do autor destinado ao público infanto-juvenil, especialmente aquele que se agrada com a leitura de movimentadas aventuras. Não são, contudo, aventuras dos monstros televisivos tão em moda hoje em dia. A obra é magnificamente ilustrada pelo artista plástico Betto (Roberto de Lima Dorta), proporcionando ainda mais prazer na leitura.
No lançamento os livros estarão à venda a preços populares e ainda haverá camisetas com a capa estampada para quem adquirir as obras.
Estes livros foram premiados e selecionados através dos editais da Funarte (Fundação Nacional de Artes), do Ministério da Cultura, e do ProAC (Programa de Ação Cultural), da Secretaria de Estado da Cultura. Após o lançamento oficial no dia 12, o autor seguirá fazendo uma caravana de lançamentos pelo Estado de São Paulo. Ambos os livros foram editados pela Nankin editoral.
Sunday, August 22, 2010
FLIP: O Extermínio dos Entornos
Conheci a FLIP em 2006, fui no fusca do Filé de Peixe para agitarmos as ruas de Parati. Foi sensacional! Equipados com boa infra, na praça principal armamos o circo com banda de música, projeções em super oito, poesia e encenação. Pudemos nos apresentar sem problemas com a produção oficial do evento, pelo contrário, fomos incentivados por eles e englobados pela OFF-FLIP -produção paralela a da FLIP que tratava de perceber, receber e documentar as manifestações artísticas que se davam no entorno da FLIP e, claro, engrandeciam o evento. A produção era composta basicamente de moradores da região, muitos inexperientes, todos muito esforçados. Chegamos um dia antes, avisamos à produção e na hora combinada estavam lá registrando tudo. Todos estávamos munidos com nossos livros artesanais de poemas e vendemos o bastante para conseguirmos até dar uma passada em Trindade na volta. Dessa vez tivemos a felicidade de nos entrosarmos à trupe Poesia Maloqueirista de São Paulo, o que levou ao intercâmbio poético-marginal Rio-Sampa.
Em 2007 fui com Ivny e a esquete teatro-recital “Palavra Roupa a Cena” (dirigida por Eduardo Tornaghi) e apresentamos nas ruas passando o chapéu. Sobrevivemos bem e conseguimos voltar para casa. Foi ótimo. Dessa vez reparamos que a OFF-FLIP já não funcionava da mesma forma, agora já tinha a sua própria programação e alguns poucos registros das manifestações do entorno da FLIP foram feitas. Dizíamos então que éramos OFFOFF-FLIP, os Maloqueiristas tomaram a posição OFF-ofó. Em 2008 os RATOS DI VERSOS foram lançar o livro no OFF-ofó da FLIP. Nada de registros do entorno. Esse ano os Maloqueiristas fizeram o grande evento poético da rua principal do centro histórico: super-infra equipados com dois megafones, uma boa banda, rappers, poetas... Colamos com eles novamente e cumprimos bem a ocupação dos entornos com nossa arte sem teto, acostumada a tomar sereno serenamente, empenhada mesmo na conquista do nosso espaço, o público.
Em 2009 não fui e fiquei sabendo que houve apreensões de material literário dos vendedores dos entornos da FLIP. Dessa vez além de não apoiarem nem registrarem, começaram a repreender as manifestações artísticas do entorno. Nessa última edição, vi muitos seguranças e policiais dizimando as apresentações do entorno da FLIP e perturbando os escritores marginais que tentavam vender seus textos impressos. Oito anos de evento já foram o bastante para a produção tentar monopolizar os interesses do evento; e digo tentar porque o entorno ainda estava lá trabalhando duro pela arte, correndo dos seguranças, fugindo da polícia com astúcia e elegância. As ruas de pedras doidas do centro histórico de Parati estavam meio desanimadas de agitos literários, um sarauzinho num bar, outro no espaço cultural, mas as ruas de cachaças e pedras irregulares estavam cheias de pessoas e carentes de arte. A banda até começou a tocar, mas o policial veio dar um toque de ordem, educadamente mandou que o som parasse.
Mas na noite de sábado houve o grande encontro na rua de pedras desequilibradas com cachaças do centro histórico de Parati. Na frente da Igreja, Ratos Di Versos e Poesia Maloqueirista mais uma vez conseguiram acontecer em grandes proporções nas ruas de andar torto de pisar pedras doidas ancestrais do entorno de cachaças de Parati. Tudo começou dizendo poemas. Eram dois megafones, já estava bonito quando chegou mais um paulistano carregando um grande volume em um saco preto. Chegou rindo (fiquei com a impressão de que o rosto dele já nascera rindo) e um dos amigos de Sampa soltou no megafone: “Agora é que vai começar!”, o sorriso do sujeito retirou um atabaque e um berimbau da capa preta que trazia. Apoiou o berimbau no muro e se posicionou com o atabaque. Silêncio. As mãos do sorriso ergueram-se e desceram ágeis ao couro do instrumento. Aí sim começou, ritmo e poesia. Logo pulou uma rata carioca de agogô, outro com triângulo, apareceu um pandeiro e a festa cheia de surpresas nas ruas de pedras e grandes entornos de cachaças foi ficando cheia de pessoas. Ali pude sentir um dos sintomas da presença da aura artística, que inclusive nos protegeu com um campo de força contra as repressões da produção da FLIP. Seguranças e policiais viram e passaram por fora da capa invisível que nos protegia nas ruas pedregosas de entornos de cachaças em Parati. Ali estávamos protegidos pelos deuses da arte de rua, estávamos ávidos por aquele momento e ele veio nos brindar. Isso durou bem umas quatro, cinco ou dez horas(talvez até dez minutos). O tempo ali havia parado, ali o mais importante era o espaço conquistado e as manifestações que explodiam em exuberância, todas adequadas e bem vindas. As ruas de mirar e pisar pedras doidas irregulares e boas cachaças de Parati, espremem-se geograficamente entre São Paulo e Rio. Os poetas à margem dos planos da produção FLIP continuarão nos entornos exprimindo e entornando as bordas de qualquer planejamento excludente e autoritário que já domina os espaços particulares e agora tentam dominar o espaço público. A RUA É NOSSA E A NOSSA ARTE QUE NOS PROTEJA.
Eu vendo a vida inteira que paira,
vendo à vista que é defronte pro mar
-tírio do Eu.
Eu vendo...
Eu como o bicho inteiro que passa,
como o que tiver que, ou até de comer
-cializar-me.
Eu como...
Como todos
Vendo o mundo
apressado
a preço justo
mesmo sem saber o valor.
Hoje vendo-me por dentro,
vendo o verdadeiro amor.
Saturday, August 14, 2010
Maloqueiristas invadem Bienal do Livro.
Já com presenças confirmadas de Aline Binns, Ana Flor de Carvalho, Gabriel Nascimento, Giovani Baffo; Rui Mascarenhas diretamente do plano astral; honrarias e intromissões da trinca Berimba-Caco-Pedro; além de participações aleatórias no ato. Segunda próxima, 16/08, as 19h.

Pavilhão de Exposições do AnhembiAv. Olavo Fontoura, 1.209
Santana - São Paulo/SP
Telefone: +55 11 2226-0400
Domingão CICAS!
Onde será realizada uma Big Festa para comemorar as últimas conquistas através da resistencia CONSOLIDADA na união de vários Coletivos Culturais!
ESTAMOS JUNTOS! CONTINUAREMOS JUNTOS!
UNIDOS PELA PAZ, munidos de ARTE E CULTURA - VENHAM!!!!

A Concentração é a partir das 10h30 em frente ao CICAS.
as 11h sairá um cortejo pela comunidade até chegarmos ao Teatro na Praça,
com performances do Núcleo Pavanelli, apresentando o básico do circo, e presença mais que especial dos palhaços reciclowns!
O almoço acontecerá logo após as intervenções, gratuito!!!
TRAGAM FRUTAS VARIADAS PARA COMPARTILHARMOS UMA MESA ESPECIAL!!!
aPÓS o Almoço teremos ainda Intervenções Poéticas com vários escritores Convidados e TaMBém do Coletivo Poesia Maloqueirista.
a Partir das 15h, um grupo da Escola de Teatro Macunaíma, apresenta o espetáculo "Muito Barulho por Nada" com direção de Barbosa Neto e Nubia Gennari.
e pra Encerrar a festa dos COletivos, nada melhor que uma Big Band, vinda da Zona Leste, Jardim Pantanal, firmando seu Primeiro contato com o CICAS.
NÃO FIQUE DE FORA!!!
Wednesday, August 11, 2010
Exposição de arte multimídia e apresentação de bandas são a tônica do Festival Debaixo D’água, este sábado

Release escrito por Tamara Serantes
Criado em Agosto de 2009, o coletivo de artes visuais OVERLEI reúne conteúdo multiplataforma que mistura pintura, desenho, design, vídeos, animações, grafite, direção de arte, fotografia, e toda manifestação visual desenvolvida por seus membros.
Produzido incialmente por um grupo de amigos em São Paulo, o blog atualmente agrega artistas de outras cidades do Brasil, como Curitiba, Rio de Janeiro e Campinas, além de receber também participações internacionais da Argentina e Colombia.
Em comemoração ao seu primeiro ano de existência, o OVERLEI irá realizar o festival Debaixo D’água, que tem como intuito divulgar as obras do coletivo para além da internet, fazendo com que sua proposta chegue a um público interessado no cenário artístico insurgente da cidade de São Paulo.
E por que Debaixo D’água?
Em tempos de produção digital, a contemplação e o diálogo sobre obras de arte geralmente ocorrem isolados pela tela do computador. Desta forma, assim como a sensação de estar debaixo d’água nos traz a expêriencia da reflexão, da introspecção e de isolamento das frivolidades cotidianas, o Festival pretende criar um ambiente submerso em arte e música, onde cada indivíduo poderá mergulhar na imensidão das cores e ruídos que ali encontrar.
Serviço:
Festival Debaixo D’água
Rua Purpurina, 543 – Vila Madalena (Espaço Ateliê)
Horário: a partir das 21h
Ingresso: R$30 (open bar de cerveja, água e refrigerante)
Aceita somente dinheiro
Contatos: Blog | Facebook | Orkut | Twitter
Friday, July 30, 2010
Domingão chegando e nosso agrupamento segue com mais uma edição da Récita Maloqueirista, no Espaço dos Paralapatões, Praça Roosevelt, Centro-Essepê. *O evento que rola sempre aos últimos domingos do mês foi excepcionalmente transferido pro dia 01/08. Desta vez a abertura dos trabalhos ficará por conta da dupla Carlos Mahlungo & Rose Campos, com o projeto Ecos do Meio. O livro que será lançado é de autoria do poeta Cláudio Laureatti, intitulado "Luminosidades".
Daquele jeito: entrada franca, palco aberto, feira, trânsito e frequências sonoras.
Abços e até lá!
Facebook - http://www.facebook.com/profile.php?ref=profile&id=100000278263618
YouTube - www.youtube.com/poesiamaloqueirista
*Apoiamos a continuidade e resistência do CICAS: http://www.projetocicas.blogspot.com
Lançamento Laureatti na Récita.

Cláudio Laureatti, ator, poeta, é o convidado da próxima edição da Récita Maloqueirista, onde fará lançamento de seu livro "Luminosidades", editado com apoio e parceria da ONG Ação Educativa.
O livro é uma amarração dos quatro cadernos de poemas desenvolvidos em dez anos de vivências poéticas, que o levou a fazer apresentações em SESCs, CEUs, Casas de Cultura, e a participar da Primeira Semana de Arte Moderna de Periferia em 2007, no Centro Cultural Monte Azul. Já sem apresentou também ao lado - ou dividindo palco - com muitos nomes da poesia/literatura brasileira tais como Chacal, Marcelino Freire, Mano Brown, Ferréz, Sérgio Vaz, entre outros.
http://sarau-da-cesta.blogspot.com
Sua poesia encenada pode ser apreciada no youtube:
Wednesday, July 28, 2010
Abertura Récita Maloqueirista

Ecos do Meio – Educanto o Planeta Azul”- tem como finalidade suscitar discussões, educar e orientar práticas voltadas à preservação do Meio Ambiente e, devido a isso, impulsionar uma Cultura de Paz e Cidadania Ambiental.A música, a poesia, o teatro e as palestras são, portanto, as ferramentas utilizadas para a concretização desses objetivos, que pretendem ir além da discussão e reflexão, para a concretização de uma ação de preservação do nosso Meio Ambiente.





