Convidamos a todos e todas à comparecer ao encontro de coletivos, que ocorre este fim-de-semana no Cicas (Centro Independente de Cultura Alternativa e Social). Com a participação de: Coletivo Cultural Poesia na Brasa, Elo da Corrente, Cicas, Comunidade Cultural Quilombaque, Poesia Maloqueirista, Sinfonia de Cães, entre outros. Apresentaremos um show com nosso projeto musical-performático Experimento Prosótypo, de cunho político-fanfarrão, seguidos de Fim do Silêncio da Comunidade Rasta, nossos parceiros da Família DRR (São Mateus prá vida) - E daí, comé quié? Fogo na bomba!... Só chegar.
arte cartaz: marcus binns
Eixada - do centro às beiradas. Capinando idéias que pululam e reagem contra a manipulação da máquina. É zombar remanejando a verba, dividindo o peso e somando num só corpo: o cooperativo. Simples e de respeito. Eixada......Eixada pode ser marca, modelo, suco de fruta no palito, congelado, ali do lado leste, em algum outro norte, sem código de barra, já que é para reformular os meios de impressão, publicando em grande escala para o Brasilzão. Assim, busca-se fortalecer a resistência das formas de se expressar artisticamente. Daí a nossa visão: descentralização do eixo - uma nova possibilidade – link entre artistas de toda a massa nacional. Processo coletivo. Um selo. Eixada......Aquém do mercado editorial. Disposição em fazer a própria distribuição em quaisquer espaços que sejam: bar, motel, mercearia, açougue, brechó, igreja, terreiro, baile, feira, farol, mão em mão... o que vale é deixar o rastro. Nosso ideal é a ação, o indivíduo não! Desterritorialização do não-lugar. Uma pá di gente. Eis o que tem cá. Eixada. .....Eixada é como se fosse um cartão de visita de um tempo, esse documentinho pretende colocar lado a lado colunas verticais que se sustentem. Enfileirar fazedores d’arte contemporâneos, nem os melhores, nem os mais aptos, mas os que responderam ao chamado do eixo. Em mil inserções diferentes, todos aqui presentes tem cara e braço para segurar o bandido, espantar a onça e bradar na passeata. Eixada.
A palestrante Lúcia Rosa falará sobre seu projeto Dulcinéia Catadora, por meio do qual se produzem livros poéticos com materiais recicláveis e sucata, que normalmente encaramos como “lixo”, sem reconhecer seu aproveitamento artístico. Haverá também a apresentação de um filme no qual são mostradas poesias de Augusto de Campos em ritmo de Rap. A atividade faz parte do Curso Poiesis Urbanus, ministrado pelos poetas *Berimba de Jesus e Caco Pontes, junto à Escola Livre de Literatura - Casa da Palavra, em Santo André-SP, às sextas, das 19h às 21h. Lúcia Rosa é a última convidada para workshops, onde já passaram Ana Rüsche e Ademir Assunção e confeccionará um livro, com o nome do curso, em conjunto com os presentes, com organização dos *mesmos citados acima, contendo textos dos frequentadores. Compareçam!Sexta, 04.12 - GrátisCasa da Palavra - Praça do Carmo, 171, Centro, Santo André / 4992-7218